Alexandre Rosalino was born in Belo Horizonte, in the state of Minas Gerais, Brazil.

 
Exposição em Ilhabela Críticas à A.Rosalino Boas vindas!

Ilha Grande… um projeto com o Decult/Uerj

domingo, 28 de agosto de 2011

Ta muito legal trabalhar nesse projeto, pena que o clima não favorece tanto, mas esse canto da Ilha Grande, Dois Rios, onde existiu o presídio, é sempre encantador! Trabalhar com Arte e Cultura me dá esta possibilidade incomum, de hoje estar na Ilha entre seus moradores numa roda de reciclagem e gestão, dois dias atrás em Divinópolis comprando obras de arte para a coleção que eu dirijo, e a uma semana em São Paulo, na comemoração de três anos dos Hotéis Dois Santos, muito badalada entre celebridades. Como diz meu filho Zé Renato, isto que é profissão boa! Então, que ele tenha a mesma sorte que eu estou tendo, de conhecer pessoas, de acreditar num sonho, de ter fé!
“Eu prefiro na chuva caminhar, do que em dias nublados permanecer em casa…” M.L.

Em processo

quinta-feira, 30 de junho de 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta vida de Artista e mestrando da FGV, não está fácil, mas continuo trabalhando numa nova produção.

Aproveito e aviso aos amigos, que em breve sairá do forno, digo de meu cavalete, uma nova “leva de telas”, e novos produtos, pensados para os mais diversos suportes.

Vou postar os videos e outros textos sobre minha carreira.

Sigo também, na realização de um projeto cultural, com bastante relevância, e em breve trarei notícias sobre este e outros projetos.

Um abraço

A.Rosalino

 

Confirmar

Críticas à A.Rosalino

sexta-feira, 13 de maio de 2011

BRASIL POR BRASIL DE ALEXANDRE ROSALINO

“Ao entrar em contato com a obra pictórica de A.Rosalino, somos levados à uma viagem por um mundo repleto de sentimentos e emoções. Sentimos o artista plenamente situado nas imagens cotidianas reveladas por pessoas em ação, em movimento, gesticulando, conversando, cantando e dançando, tornando seus quadros uma janela aberta para a vida Esse situar-se, que o faz “ver” e “sentir” o mundo, nos levou a refletir sobre o ensaio “Casa, Rua & Outro Mundo: reflexões sobre espaço e sociedade”, de Roberto da Mata.(1)

A.Rosalino, nascido em Belo Horizonte, em 1972, nos conta que começou desenhando as histórias que seu pai contava sobre seus antepassados e relação dele com o congado, quando, ainda, menino, sua família foi morar em São Roque ( SP ). Nesta cidade do interior paulista, onde morou e estudou, até retornar a Belo Horizonte em 1992, conheceu o modo de vida de imigrantes italianos e japoneses, o que estimulou seu interesse pela busca das tradições de sua gente, presentes nas histórias contadas por seu pai.

O intenso convívio familiar durante a estadia em São Roque o marcou profundamente, levando-o a pensar sua arte como uma forma de mostrar as tradições dos tempos de seus avós, por medo de que as gerações mais novas não conheçam as coisas do Brasil, e assim as interpreta por meio da código da casa ou da família, apontado por Roberto da Mata, que é visceralmente vinculado a tradição. A tela “A Costureira”, sua mãe, é um exemplo claro dessa leitura, quando ele a traduz “costurando um pensamento”, num cenário fascinante, onde não falta nada do que se encontra numa casa simples de uma família do interior, incluindo a mistura dos ambientes.

O retorno de A.Rosalino à Belo Horizonte, sua cidade natal, foi marcado pela opção de não cursar a Faculdade de Medicina em São Paulo para ficar com seu pai, que contraíra uma doença terminal: “foi a melhor opção de minha vida”. Nesse momento, numa viagem à Bahia, conhece o Pelourinho que o encanta com sua gente e suas cores e decide que vai pintar a beleza daquelas imagens que seu olhar fotografara em sua retina. O olhar do artista acrescenta à interpretação do cotidiano o código da rua, “que está aberto ao legalismo jurídico, ao mercado, à história linear e ao progresso individualista”.(2)

Assim, A.Rosalino com suas telas, que são marcadas pela simplicidade, pelos detalhes das coisas que a gente vê acontecer todo dia mas não percebe, pela exuberância das cores, retrata os lugares, o prazer, a alegria e o trabalho de sua gente, como gosta de dizer.

Identificamos, ainda, um terceiro código, que Roberto da Mata aponta como o código do outro do mundo, “que focaliza a idéia de renúncia do mundo com suas dores e ilusões e, assim fazendo, tenta sintetizar os outros dois. Os três códigos são diferenciados mas nenhum deles é exclusivo o hegemônico. Na prática um deles pode ter a hegemonia sobre os outros, de acordo com a categoria social a qual a pessoa pertence.”(3)

De fato, A.Rosalino ora parece tender a tornar como hegemônico o código da rua ou da família, expondo forte influência familiar sobre seu trabalho quando pinta a casa como espaço do aconchego, do descanso, da solidariedade, ora toma o espaço da rua em cenas repletas de fluidez e movimento, com sua figuras humanas, casas, vilas, campos, festas folclóricas e populares.

De uma forma ou de outra, o que importa é que A.Rosalino, um autodidata que vai buscar a imagem e a “reinterpreta” com toda carga de seus sentimentos e que faz do “ouvir os mais velhos” uma das suas principais fontes de pesquisa, nos contempla com uma obra pictórica que encanta pela suavidade de seus traços e o conteúdo de suas cenas.

A arte, para A.Rosalino, tem sido um modo expressivo de viver tanto como processo de criação individual quanto como meio de compreensão da realidade social que o envolve.

O artista A.Rosalino afirma que: trabalha por um tipo de necessidade que o aflige mais imediatamente na medida em que retira da atividade pictórica os recursos de sua sustentação financeira. Porém, outra necessidade, de natureza ampla, o leva a ver a atividade artística como forma privilegiada de entendimento das representações humanas. Diante disso, o trabalho se revela para ele como um constante aprendizado. Aprendizado de sua individualidade e da individualidade do Outro Aprendizado das técnicas antigas e contemporâneas da pintura. Aprendizado da dinâmica que multiplica as linguagens através das quais os homens se comunicam. O ser artista, portanto, não lhe parece um estado a priori . Parece algo dinâmico, algo que está sendo construído no fluxo da experiências individuais e coletivas. Daí sua paixão pelo estudo, pela reflexão, pela elaboração dos sentimentos que pulsam como linguagem de seu tempo a serem aprendidas e multiplicadas.

Dessa forma, A.Rosalino, com apenas 27 anos, tornou-se um brilhante profissional, trabalhando com pintura a óleo sobre tela, recebeu significativos elogios de críticos importantes como Lélia Coelho Frota, Mari’Stela Tristão e Morgam da Motta e conquistou a mídia que consagrou um trabalho marcado pelo compromisso com o sentimento e a emoção e que prima pelo rigor do comprometimento com a qualidade.

Identificado como um pintor do gênero primitivo ou naïf (i), diz-se popular: “ minha função é pintar a alegria”. Assim é o mundo de A.Rosalino que, sem sombra de dúvida, pinta a poesia de viver. ”

Cesar Baía *

 
 
Este é meu pais

A.ROSALINO – Artista Plástico e Gestor Cultural

telefone: +55 21 8895.2937 / +55 21 2239.2937 • email: contato@arosalino.com • Rio de Janeiro - RJ / Brasil

Direitos Autorais